A cidade de Mataraca, no Litoral Norte da Paraíba, amanheceu de luto nesta quarta-feira (6) com a notícia da morte de dona Estela Bezerra Madruga, aos 73 anos. Ela faleceu Hospital da beneficência portuguesa, em São Paulo, deixando uma trajetória marcada pela dedicação à vida pública, pela atuação social e pelo compromisso com as famílias mataraquenses.
Figura respeitada na política local, dona Estela construiu um legado de relevantes serviços prestados ao município, com forte atuação nas áreas da educação, saúde e assistência social. Ex-primeira-dama e ex-secretária municipal por três gestões, ela também se destacou pelo olhar humano voltado às comunidades da zona urbana, do distrito de Barra de Camaratuba e das localidades rurais de Mataraca.
Viúva do saudoso ex-prefeito João Madruga, dona Estela era reconhecida pela postura firme, pela sensibilidade social e pela representatividade feminina dentro da política local, tornando-se uma das personalidades mais influentes da história recente do município.
Ela deixa os filhos Auremilia Madruga, promotora de Justiça no estado do Piauí; Aristóteles Madruga, advogado e tabelião; e Fred Madruga, empresário do agronegócio, além de netos e familiares.
Segundo informações repassadas por amigos da família, o velório acontecerá nesta sexta-feira (8), a partir das 5h, na Igreja Bom Jesus, localizada na cidade velha de Mataraca. A missa de corpo presente será celebrada às 15h, e o sepultamento ocorrerá às 16h, no cemitério Parque das Oliveiras.
Ao lamentar a morte da cunhada, o prefeito de Mataraca, Eymard Pedrosa, destacou o legado humano deixado por dona Estela.
“Estela foi uma mulher que fez da solidariedade uma missão de vida, sem olhar a quem. Como primeira-dama e secretária, dedicou-se a cuidar das pessoas e fazer o bem, com um olhar especial para as crianças e os idosos. Seu legado permanece vivo na vida de cada um de nós. Seus ensinamentos de honestidade e de fazer o bem seguirão comigo para sempre”, declarou o gestor ao Blog Chico Soares.
A partida de dona Estela deixa uma lacuna na história política e social de Mataraca, mas também eterniza a memória de uma mulher que dedicou grande parte da vida ao serviço público e ao cuidado com as pessoas.
Por: Chico Soares e Napoleão Soares






