Em tempos de redes sociais aceleradas, manchetes apressadas e julgamentos feitos antes mesmo da apuração completa dos fatos, é preciso ter equilíbrio. A vida pública exige transparência, sim. Mas também exige responsabilidade, respeito à honra das pessoas e compromisso com a verdade.
Nos últimos dias, o nome de Alberto Gomes, conhecido por todos como Esquerdinha, voltou ao centro de comentários, vídeos e acusações. Diante disso, uma pergunta se impõe de forma natural: por que tanto interesse em atingir Esquerdinha?
A pergunta é legítima. A resposta, porém, não pode nascer da emoção, da intriga ou da disputa política. Precisa vir de fatos, documentos, provas e do devido direito de defesa.
Esquerdinha não é um personagem desconhecido da vida pública paraibana. Ao longo de sua trajetória, passou por diferentes espaços administrativos, construiu relações políticas amplas e sempre manteve bom trânsito com lideranças, prefeitos, parlamentares, servidores e pessoas simples que o procuram em busca de encaminhamentos institucionais.
Foi também homem de confiança do saudoso ex-governador José Maranhão, de quem herdou uma marca política conhecida: diálogo, lealdade e capacidade de articulação. Na Paraíba, poucos desconhecem o estilo de Esquerdinha: conversa fácil, coração generoso, simplicidade no trato e disposição para ajudar.
Hoje, à frente de uma função importante no DNOCS da Paraíba, Esquerdinha tem contribuído com municípios, lideranças e comunidades em pautas ligadas ao desenvolvimento, à infraestrutura e às demandas que chegam ao órgão. É uma atuação silenciosa, muitas vezes longe dos holofotes, mas reconhecida por gestores que encontram nele uma porta aberta.
Por isso, qualquer denúncia contra sua pessoa deve ser tratada com seriedade, mas também com justiça. Se há questionamentos, que sejam apurados. Se há dúvidas, que sejam esclarecidas. Se há acusações, que sejam acompanhadas de provas. O que não se pode aceitar é a tentativa de destruir uma reputação apenas com ilações, versões soltas ou interesses escondidos nos bastidores.
A imprensa tem papel fundamental na fiscalização da vida pública. Mas a boa imprensa também sabe que responsabilidade é tão importante quanto denúncia. O contraditório, a checagem e o cuidado com a imagem das pessoas são pilares indispensáveis para que a informação não se transforme em instrumento de perseguição.
Esquerdinha, segundo pessoas próximas, já avalia as medidas cabíveis para defender sua honra e exigir que eventuais acusações sejam devidamente comprovadas. Esse é o caminho correto: serenidade, Justiça e verdade.
No fim das contas, a pergunta continua ecoando: quem se beneficia com essa onda de ataques contra Esquerdinha?
A resposta o tempo poderá revelar. Até lá, o mais prudente é não condenar sem provas, não transformar suspeitas em sentença e não permitir que a disputa política passe por cima da dignidade de ninguém.
Esquerdinha tem história, tem serviços prestados e tem amigos que conhecem sua caminhada. E, em tempos de barulho, a melhor defesa ainda é a verdade colocada à luz do dia.
Por Napoleão Soares









