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Genial/Quaest: João Campos tem 42% das intenções de voto para o governo de Pernambuco; Raquel Lyra marca 34%

Napoleão Soares Por Napoleão Soares
28/04/2026
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Genial/Quaest: João Campos tem 42% das intenções de voto para o governo de Pernambuco; Raquel Lyra marca 34%

A pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta terça-feira mostra o ex-prefeito do Recife João Campos (PSB) na liderança da corrida pelo governo de Pernambuco. O aliado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece com 42% das intenções de voto no cenário simulado de primeiro turno. A atual governadora, Raquel Lyra (PSD), vem em seguida, com 34%. A diferença numérica entre os dois é de oito pontos percentuais, mas, considerando a margem de erro, fica entre dois e 14 pontos.

O levantamento corrobora a visão de que, em outubro, os pernambucanos devem testar uma das máximas da política — a de que “eleição é comparação”. Mesmo com aprovação em alta pela população, Raquel Lyra tem o desafio de converter esse aval em votos e tem visto o ex-prefeito do Recife e presidente nacional do PSB prevalecer nas pesquisas.

Nessa sondagem de abril, os deputados estaduais Eduardo Moura (Novo) e Ivan Moraes (PSOL) pontuaram 3% e 1% das intenções de voto, respectivamente. Já brancos, nulos ou eleitores que não pretendem votar são 9%, enquanto os indecisos marcam 11%.

Veja os números:

  • João Campos (PSB): 42%
  • Raquel Lyra (PSD): 34%
  • Eduardo Moura (Novo): 3%
  • Ivan Moraes (PSOL): 1%
  • Indecisos: 11%
  • Brancos e nulos: 9%

A pesquisa foi realizada por meio de entrevistas presenciais entre os dias 22 e 26 de abril. Foram ouvidos 900 eleitores de Pernambuco de 16 anos ou mais no estado. O levantamento está registrado sob o número PE-08904/2026, possui nível de confiança de 95% e margem de erro de três pontos percentuais, para mais ou para menos.

Segundo o levantamento, para a maioria do eleitorado pernambucano (56%), a decisão de voto já é definitiva. Mas 41% afirmam que ainda podem mudar de ideia caso algo aconteça. Outros 3% não souberam ou não responderam.

Na eleição espontânea, em que o entrevistado é instado a citar sua opção de voto sem ver antes de uma lista de candidatos, João Campos marca 26%, contra 21% de Raquel Lyra. Neste caso, os indecisos são 51%, e outros 2% indicam voto em branco, nulo ou a intenção de não votar.

Segundo turno

A Genial/Quaest também apontou João Campos na frente num eventual segundo turno, com 46% das intenções de voto, enquanto Raquel Lyra registra 38%.

Assim como no primeiro turno, a diferença entre eles no embate direto é de oito pontos percentuais. Os indecisos somam 8%, mesmo número daqueles que indicam voto em branco, nulo ou a intenção de não votar.

Os dados mostram que seis em cada dez eleitores de João Campos (60%) e de Raquel Lyra (65%) já se dizem convictos do voto em outubro.

Apoio por segmento

A sondagem do cenário de primeiro turno mostra João Campos à frente de Raquel Lyra entre as mulheres (44% a 30%), cuja proporção de 14% se dizem indecisas. Entre os homens, porém, o ex-prefeito surge numericamente na dianteira, mas o cenário é de empate técnico (39 a 38%), e os dois disputam 9% de indecisos.

O aliado de Lula também lidera em todas as faixas etárias — tem 40% a 32% entre os mais jovens (16 a 34 anos); 44% a 38% entre os eleitores de 35 a 59 anos (empate no limite da margem de erro); e supera a adversária sobretudo entre os mais velhos, com 43% a 27% no eleitorado de 60 anos ou mais.

Raquel Lyra, por sua vez, aparece à frente de João Campos entre eleitores com Ensino Superior (47% a 32%). O ex-prefeito, porém, a supera entre aqueles com Ensino Fundamental (46% a 28%) e, numericamente, com Ensino Médio (41% a 35%).

Na segmentação por renda, o ex-prefeito e a governadora empatam no eleitorado que ganha mais de cinco salários mínimos (ambos com 39%). João Campos aparece à frente na faixa que recebe até dois salários, 46% a 32%, e lidera numericamente entre aqueles com dois a cinco salários, 38% a 35%.

Por religião, João Campos atrai mais católicos que Raquel Lyra, no cenário de momento, 42% a 36%. Entre os evangélicos, a vantagem atual dele é de 41% a 36%.

No detalhamento por posicionamento político, os dados da Genial/Quaest mostram que João Campos é a opção de 55% dos lulistas, 56% dos esquerdistas não lulistas, 32% dos independentes, 36% dos eleitores da direita não bolsonarista e 32% dos bolsonaristas.

Segundo a sondagem, Raquel Lyra vai melhor entre os bolsonaristas (52%) e eleitores da direita não bolsonarista (47%). Ela é opção de voto de 36% dos independentes, 21% dos esquerdistas não lulistas e 27% dos lulistas.

Avaliação do governo de Raquel Lyra

Os dados da Genial/Quaest mostram que, em abril, a gestão Lyra é aprovada por 62% dos eleitores pernambucanos, 11 pontos percentuais acima do registrado em agosto do ano passado (51%). Aqueles que desaprovam o governo estadual recuaram, no mesmo período, de 45% a 35%. Outros 3% não souberam responder.

O instituto ainda questionou os eleitores se gostariam de uma mudança total na gestão pernambucana — 31% indicaram o desejo de que o “próximo governador” atue de forma a “mudar totalmente”. Enquanto isso, 29% defenderam que deve “continuar o trabalho que vem sendo feito” e 36%, “mudar apenas o que não está bom”.

Para 27% dos entrevistados, o maior problema do estado hoje é a Saúde. Violência (23%), infraestrutura (9%), desemprego (5%) e educação (4%) também são citados como desafios. Corrupção, economia e enchentes foram as respostas de 3%, cada, e pobreza/desigualdade, 2%.

A pesquisa mostra ainda que, de agosto passado para cá, o percentual de eleitores que tinham uma avaliação “negativa” do governo de Raquel Lyra caiu dez pontos, de 28% a 18%. A avaliação “regular” da gestão estadual avançou sete pontos, de 36% a 43%, e segue na dianteira, seguida pela avaliação “positiva”, que foi de 32% a 36%.

O novo levantamento mostra, no cenário atual, que a maioria dos eleitores (57%) acha que Raquel Lyra merece se reeleger (em agosto, eram 43%). Aqueles que se opõe à reeleição dela eram maioria na sondagem anterior (54%), mas agora somam 36%. Desta vez, 7% não souberam/não responderam.

Força de Lula em Pernambuco

Sétimo estado mais populoso do país, com 9,5 milhões de pessoas, Pernambuco é a terra natal do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que de lá saiu ainda pequeno com a família rumo a São Paulo. O levantamento aponta a força do petista no estado.

Segundo a Genial/Quaest, 47% dos pernambucanos gostaria que o próximo governador fosse aliado do presidente Lula e 30%, que fosse independente. Apenas 17% citaram apoio a um gestor estadual alinhado a Bolsonaro, e 6% não souberam ou não responderam.

Pelo que sabem, 47% afirmaram na sondagem que João Campos será o candidato de Lula em outubro no estado e 12% citaram o vínculo de Raquel Lyra com o atual presidente. Outros 13% disseram que a governadora será a candidata do ex-presidente Jair Bolsonaro nas urnas.

Conhecimento e rejeição de candidatos

Os dados da Genial/Quaest apontam que João Campos é o candidato que os eleitores pernambucanos, em maior proporção, “conhecem e votariam”: 58%. Outros 14% indicaram que não o conhecem, e 28% “conhecem e não votariam”.

Em relação à atual governadora, 53% dizem conhecê-la e declaram que votariam nela. Enquanto isso, 37% a conhecem, mas não votariam e 10% sequer a conhecem.

Os demais candidatos têm o desafio de serem mais conhecidos pelo eleitorado: 72% não conhecem Eduardo Moura (Novo) e 86% desconhecem Ivan Moraes (PSOL).

A disputa eleitoral em Pernambuco

Herdeiro repaginado da cultura política iniciada pelo bisavô Miguel Arraes e seguida pelo pai, Eduardo Campos, ambos ex-governadores, João Campos deixou a prefeitura da capital no início de abril com uma aprovação elevada para chamar de sua. O plano é dar continuidade, na esfera estadual, à trajetória da família.

Se o trabalho à frente da cidade o faz contar com a força eleitoral dela e dos municípios do entorno, o sobrenome e o imaginário o ajudam a acessar as demais regiões. Outro ativo do jovem político de 32 anos são as redes sociais.

A fim de passar aos eleitores a mensagem de que o futuro pode ser melhor — apesar de não estarem majoritariamente insatisfeitos com o governo atual —, João promete um projeto que mistura “desenvolvimento com inovação, ousadia e justiça social”. Ciente de que tem como principal desafio conquistar o interior, João vem tecendo um discurso de “integração”, com a promessa de levar melhorias “para além da Região Metropolitana”.

É justamente no interior que Raquel Lyra, ex-prefeita de Caruaru, tem mais poder. O desafio da governadora é convencer os eleitores de que merece um segundo mandato. Ao longo do ano passado, Lyra fez movimentos para se aproximar do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Trocou o PSDB pelo PSD e construiu pontes com o governo federal, além de reforçar laços com parcelas do PT local. A ideia era tentar viabilizar um palanque duplo. Ou seja, fazer com que Lula tivesse dois candidatos.

No mês passado, contudo, o PT formalizou o apoio a João Campos, que definiu sua chapa com o senador petista Humberto Costa e a ex-deputada Marília Arraes (PDT), sua prima e neta de Miguel Arraes, na corrida ao Senado. O vice de João será Carlos Costa, irmão do ex-ministro de Portos e Aeroportos Silvio Costa Filho, que chegou a confirmar a intenção de disputar a eleição majoritária, mas mudou de planos e anunciou pré-candidatura a deputado após “amplo diálogo” com Lula.

A tendência é que a governadora Raquel Lyra evite nacionalizar a campanha, dizem aliados, que também minimizam o apoio formal do PT a João afirmando que parte da base do partido está com a candidata à reeleição. Ela pretende propagar no período eleitoral entregas feitas na área de segurança e infraestrutura, além de saúde e educação.

Lyra, no entanto, não deixa de exaltar parcerias com Lula, como fez durante a filiação ao PSD de Túlio Gadêlha. Ao lado de Lyra, em Caruaru, o deputado federal lançou a pré-candidatura ao Senado pelo estado e citou alinhamento com o governo federal. Antigo aliado de João Campos, o ex-prefeito de Petrolina Miguel Coelho aparece bem posicionado e já declarou o apoio do União Brasil a Lyra.

Em janeiro, a disputa entre João Campos e Raquel Lyra se acirrou em meio ao monitoramento feito por policiais civis da rotina do então secretário de Articulação Política e Social do Recife, Gustavo Monteiro. Revelado pela TV Record, o caso virou uma nova frente de embate entre o ex-prefeito, que denunciou “uso eleitoral” das forças de segurança para “perseguição”, e a governadora, que defendeu a legalidade da ação após o recebimento de uma denúncia anônima sobre o suposto pagamento de propina sendo feito a um servidor público de Recife.

As demais candidaturas ao governo mal pontuam nas pesquisas. Parte disso se deve à desarticulação do PL, partido da família Bolsonaro, em terras pernambucanas. Até então a principal figura da sigla no estado, o ex-ministro do Turismo Gilson Machado se desfiliou por insatisfações internas. A rejeição ao bolsonarismo é alta em Pernambuco.

Oglobo.globo.com

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