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Home Saúde

5 coisas que seu médico gostaria que você soubesse sobre câncer de pulmão

Napoleão Soares Por Napoleão Soares
28/04/2026
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Conheça os seis sinais de alerta do câncer de pulmão e que muitos desconhecem

O câncer de pulmão é um dos mais frequentes do mundo, correspondendo a cerca de 1 em cada 10 tumores diagnosticados no globo. A sua notoriedade se deve também a outro fato: ele é considerado a maior causa de mortalidade evitável relacionada ao câncer entre os homens, e figura em segundo lugar entre as mulheres.

A ciência já explicou por que isso acontece. Na maioria das vezes, a doença não é diagnosticada em estágio inicial, quando ainda é localizada. Além disso, seus sintomas podem confundir, especialmente entre pessoas que nunca fumaram. Afinal, esse tipo de tumor é muito mais comum entre fumantes ou pessoas que fumaram no passado.

Os especialistas celebram a queda do tabagismo no Brasil nos últimos 20 anos. Ainda assim, projetam 35 mil novos casos no país, entre 2026 e 2028. Para reduzir esses números e reforçar políticas públicas, eles apostam em informação e prevenção. Veja, a seguir, o que os médicos consideram importante que você saiba sobre o câncer de pulmão:

1 Pensar que a culpa é toda sua não ajuda em nada

Diante da perspectiva de ter um câncer de pulmão, é possível que apareça o sentimento de culpa por ter fumado ou ainda fumar. Muitas pessoas se sentem assim, mas isso só adia a busca por ajuda médica. Os especialistas sugerem que você considere esses aspectos:

O tabagismo é uma doença crônica gerada pela dependência à nicotina, substância naturalmente encontrada nas folhas do tabaco, que é considerada uma das mais viciantes conhecidas pelo homem.

  • Apesar disso, por décadas, a indústria do tabaco usou estratégias de marketing para encorajar o seu consumo.
  • Pouco importa ter fumado ou ainda fumar. Uma consulta médica pode resultar em apoio para parar e um eventual diagnóstico que viabilize seu tratamento.
A poluição do ar também é fator de risco para o câncer de pulmãoA poluição do ar também é fator de risco para o câncer de pulmãoImagem: iStock

2 O que parece pouco pode ser, sim, um risco

Muitas pessoas acreditam que basta não ser fumante para se blindar contra a doença. Em parte, é verdade, porque esse tipo de tumor surge a partir de alterações no DNA das vias respiratórias, e a principal causa dessas mudanças é o tabagismo.

Com o tempo, essas mutações se acumulam e determinadas células passam a se multiplicar de forma desordenada em detrimento das células normais. A explicação é de Alexandre Fabro, patologista pulmonar, do Departamento de Biologia Celular e Molecular e Bioagentes Patogênicos da FMRP/USP. No entanto, outras situações podem influenciar o aparecimento desse tumor:

  • Histórico familiar: ter um parente de primeiro grau (pai, mãe) aumenta a probabilidade de a enfermidade aparecer, embora a maior parte dos tumores de pulmão não estar relacionado à hereditariedade.
  • Alterações genéticas.
  • Exposição à poluição do ar e agentes carcinogênicos (radônio, asbesto, arsênico, berílio, etc.), fumaça domiciliar (queima de lenha, carvão; óleos em altas temperaturas).
  • Doenças inflamatórias pulmonares crônicas, como a fibrose pulmonar intersticial, histórico de tuberculose com lesão remanescente, DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica), entre outras.
  • Estima-se que de 17% a 29% dos casos de câncer de pulmão estejam relacionados à exposição no ambiente de trabalho (exposição ocupacional). Dados da OIT (Organização Internacional do Trabalho).

3 O tempo joga a seu favor – ou contra

Dados publicados pelo Jornal Brasileiro de Pneumologia apontam que somente 15% dos casos são diagnosticados nos estágios iniciais, quando a doença é potencialmente curável.
Entre os obstáculos que têm impedido agir rapidamente se destacam:

  • Fatores socioeconômicos.
  • Baixa suspeita de câncer de pulmão entre indivíduos que nunca fumaram.
  • Dificuldade de reconhecer os sintomas: os mais comuns são os respiratórios – como a tosse persistente. Porém, eles podem ser confundidos com os de outras doenças.
  • Em quadros mais avançados pode haver dor ou chiado no peito, pneumonia de repetição e outras manifestações gerais no corpo, como perda de peso e apetite, febre, e/ou fadiga. O sinal de alerta é a presença de sangue na tosse (hemoptise).

“Como não existe um programa de rastreamento populacional, pessoas que fumam e tenham idade entre 55 e 70 anos devem fazer uma tomografia computadorizada de baixa dose (TCBD) todos os anos”, sugere o médico e pesquisador do INCA, Luiz Henrique Araújo. “Essa estratégia tem sido associada à redução da mortalidade”, completa o especialista.

  • A orientação das sociedades médicas como a SBCT (Sociedade Brasileira de Pneumologia e Cirurgia Torácica), a SBPT (Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia) e o Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem é mais ampla.
  • O rastreamento abrange pessoas de 50 a 80 anos, fumantes ou ex-fumantes (há menos de 15 anos) e com carga tabágica (cálculo que considera maços diários e anos fumando) de 20 anos/maço.
O cigarro eletrônico (vape) também está associado a um maior risco de câncer de pulmãoO cigarro eletrônico (vape) também está associado a um maior risco de câncer de pulmãoImagem: iStock

4 Há outros meios de prevenção além de parar de fumar

Quando se fala em prevenir o câncer de pulmão, a conta não fecha só no comportamento individual. Outras medidas ajudam a reduzir o risco para você e a sua comunidade.

  • Esteja atento a campanhas de vacinação para prevenção de infecções respiratórias.
  • Apoie e incentive regulações voltadas à garantia de ambientes livres de tabaco e emissão de poluentes atmosféricos.
  • Prefira o uso –quando possível– de meios de transportes menos poluentes e apoie sua produção.
  • Use EPI (Equipamento de Proteção Individual), caso exerça atividade profissional que exija exposição a agentes associados a esse tipo de tumor.
  • Evite o uso de cigarros eletrônicos (vapes). Os estudos disponíveis ainda não mostram uma relação de causa e efeito entre o uso deles e a doença, mas já foram identificadas substâncias carcinogênicas em sua fumaça.

“O fato é que o vaping pode provocar lesão inflamatória pulmonar e quando esta é crônica, ela se transforma em um dos fatores de risco para esse tumor, ou seja, este é mais um motivo para evitá-los”, fala o oncologista Vladmir Claudio Cordeiro de Lima, do A.C.Camargo Center.

5 Cessar o tabagismo não anula o passado, mas muda o futuro

O tempo de exposição ao tabaco é um fator de risco mais forte do que a quantidade de cigarros que se consumiu ao longo dos anos. Por isso, parar de fumar continua sendo uma boa decisão.

  • Diferentemente do passado, quando um tumor é identificado –em fase inicial ou avançada– as opções de tratamento hoje disponíveis podem aumentar a sobrevida e a qualidade de vida. Isso pode incluir cirurgia, uso de medicamentos, quimioterapia, além de terapias alvo e imunoterapia.

De acordo com Gustavo Prado, membro da Comissão de Câncer de Pulmão da SBPT, para além do diagnóstico, as estratégias disponíveis permitem caracterizar a doença com precisão — perfil molecular, alterações genéticas e marcadores de resposta à imunoterapia.

“Com o maior entendimento dos tumores e o apoio de equipes multidisciplinares, é possível planejar um tratamento preciso e dirigido, que ofereça resultados de forma individualizada”, conclui o médico.

Uol

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