Em Itapororoca, terra do abacaxi, quando uma liderança fala, o município escuta e o tabuleiro se mexe. Ex-prefeito, ex-presidente da Câmara e vereador de vários mandatos, o advogado criminalista Erilson Cláudio voltou ao centro da conversa política ao confirmar, em entrevista exclusiva ao jornalista Napoleão Soares, o seu pacote de apoios para 2026: Cícero Lucena para governador, Dinho Dowsley para deputado estadual, Mersinho Lucena para deputado federal e Veneziano Vital do Rêgo para o Senado.
Erilson não é qualquer voz no cenário local. É nome de peso, com trajetória consolidada e influência reconhecida em Itapororoca, além de atuar como advogado criminalista renomado na região e no estado. Pai da vereadora Skallyte, ele segue sendo uma referência política e, agora, decide entrar no jogo com posição clara e sem rodeios.
Santos Reis vira ponto de encontro e de sinal político
E o anúncio não fica apenas no discurso. Erilson adiantou que, ao lado de amigos e também do empresário Carlos Magno, vai receber Cícero, Mersinho e Dinho no próximo sábado, dia 3, durante a tradicional festa de Santos Reis, em Itapororoca — um dos eventos mais aguardados do calendário cultural da cidade e, não por acaso, espaço onde política e povo se encontram no mesmo terreiro.
Nos bastidores, a expectativa é de que a visita sirva como gesto de aproximação e amarração de agenda no Vale do Mamanguape, região estratégica para qualquer projeto majoritário.
“Vou lutar por uma grande votação”
Confiante, Erilson deixou claro que não pretende apenas “declarar apoio”: quer entrar em campo. Ao Blog, afirmou que vai lutar para garantir uma boa votação a Cícero no município. E justificou com um argumento que costuma pesar: experiência.
Para o ex-prefeito, Cícero é o mais preparado e o mais experiente, alguém que já teria provado competência pela própria história política e que, por isso, merece a oportunidade de receber o voto de Itapororoca e da Paraíba.
Em resumo: não é só apoio, é posicionamento com roteiro, data e palco. E quando a festa de Santos Reis começa, Itapororoca dança — mas a política também.
Por: Napoleão Soares








