A Câmara Municipal de Itapororoca (CMI) realizou, na noite da última quarta-feira (25), uma sessão solene para conceder o título de cidadão itapororoquense ao arcebispo da Paraíba, Dom Manoel Delson Pedreira da Cruz, em reconhecimento aos relevantes serviços prestados ao estado e ao município.
A solenidade aconteceu no Plenário Vereador José Correia dos Santos e reuniu autoridades civis e religiosas, entre elas o pároco da Igreja Matriz São João Batista, padre Manoel Vianna, o prefeito Batista Torres, o vice-prefeito Celso Morais, secretários municipais e vereadores.
A honraria foi proposta pelos vereadores Hugo Gomes e Neuza Madruga e entregue pela presidente do Legislativo, vereadora Riseuda Nunes, após aprovação por unanimidade.
Em entrevista ao Blog, Dom Delson destacou a emoção com a homenagem e o significado do gesto para sua missão pastoral.
“Foi uma surpresa receber esse título. Vou guardar no meu coração. É uma lembrança. Receber essa honraria, concedida por unanimidade por esta Casa de Leis… Agora, a minha responsabilidade aumenta em relação a Itapororoca, como filho desta terra. Quero agradecer a todos e a Deus”, afirmou.
Natural da Bahia, Dom Delson chegou à Paraíba em 2017, após nomeação do Papa Francisco para a Arquidiocese da Paraíba. Desde então, tem uma atuação reconhecida pela proximidade com o povo, sensibilidade às causas sociais e incentivo permanente ao diálogo, à unidade e à promoção da dignidade humana.
Além da sessão solene, Dom Manoel Delson também participou de uma audiência pública realizada pela Câmara Municipal, ocasião em que proferiu palestra com o tema da Campanha da Fraternidade 2026, da CNBB: “Fraternidade e Moradia” — abordagem que reforça a importância do direito à habitação e do compromisso coletivo com políticas e ações que garantam dignidade às famílias.
A cerimônia se consolidou como um momento de valorização institucional e de reconhecimento público à trajetória de serviço e evangelização de Dom Delson, fortalecendo os laços entre a Arquidiocese e o povo itapororoquense.

Por Chico Soares e Napoleão Soares









