O desenvolvimento do Vale do Mamanguape começa a ganhar um novo impulso a partir da mobilização de quem conhece, investe e acredita na região. O empresário Carlos Magno, reconhecido em Itapororoca por sua contribuição à geração de emprego e renda e pelo apoio a iniciativas de interesse coletivo, está à frente de uma articulação que pretende reunir o setor produtivo em torno de um projeto integrado para o futuro do território.
O primeiro passo foi dado durante uma reunião estratégica realizada no Restaurante Rural O Cangaço, em Itapororoca. Além de Carlos Magno, participaram a empreendedora Cristina Araújo, proprietária do estabelecimento; a agente de Roteiros Turísticos do Sebrae, Laís Catarine Ramos; e Carlos Lima, representante da ATUA Agricultura.
Mais que um encontro empresarial, a reunião colocou sobre a mesa uma pauta que também precisa ocupar o centro do debate político: como transformar as riquezas econômicas, naturais e culturais do Vale do Mamanguape em emprego, renda, turismo e qualidade de vida para sua população.
A proposta é mobilizar empresários, produtores, comerciantes e lideranças dos diferentes municípios, aproximando agricultura, indústria, gastronomia, turismo e economia criativa. A articulação busca fortalecer as cadeias produtivas, valorizar os produtos locais, incentivar o associativismo e explorar, de maneira sustentável, o turismo de experiência.
Conhecido por defender a boa política como instrumento de transformação social, Carlos Magno entende que o desenvolvimento regional não pode depender apenas de ações isoladas. Para avançar, o Vale precisa de planejamento, união empresarial, participação das instituições e compromisso efetivo dos poderes públicos.
“O Vale tem um potencial extraordinário, e chegou o momento de transformar esse potencial em resultados reais para quem vive e produz aqui”, destacou o empresário.
A iniciativa também lança um desafio às lideranças políticas da região: construir uma agenda comum acima das disputas municipais e partidárias. Estradas, qualificação profissional, crédito, infraestrutura, divulgação turística e incentivo à produção local são demandas que exigem articulação conjunta e visão regional.
Ao assumir protagonismo nesse movimento, Carlos Magno reafirma sua presença não apenas como empresário e gerador de oportunidades, mas como uma liderança preocupada com o futuro de Itapororoca e de todo o Vale do Mamanguape. É a iniciativa privada mostrando que desenvolvimento não nasce apenas do discurso — nasce da união, do planejamento e da coragem de transformar potencial em resultado.
Por: Napoleão Soares








