Na justificativa, a parlamentar argumenta que a medida busca coibir casos de violência e irregularidades em ambientes hospitalares, citando episódios recentes “amplamente noticiados pela mídia”, como abusos sexuais em centros cirúrgicos e falhas graves na assistência a pacientes. Segundo o texto, a instalação de câmeras, aliada ao controle rigoroso de acesso às imagens, pretende “resguardar a integridade física e moral dos pacientes e garantir elementos de prova para apuração de eventuais irregularidades”, em conformidade com a LGPD e a Constituição Federal.
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