A Federação das Indústrias do Estado da Paraíba (FIEPB) prestou uma homenagem ao empresário industrial Gilvan Morais, diretor-presidente da Miriri Alimentos e Bioenergia, como parte da série especial em comemoração aos 77 anos da entidade. A iniciativa reconhece empresários que, ao longo de suas trajetórias, contribuíram para fortalecer a indústria paraibana e impulsionar o desenvolvimento econômico do estado.
Na homenagem, a FIEPB destacou a história de dedicação, inovação e compromisso de Gilvan Morais, cuja atuação no setor sucroenergético se tornou referência na Paraíba. À frente da Miriri Alimentos e Bioenergia, uma das maiores indústrias do estado e importante geradora de empregos no Vale do Mamanguape, o empresário tem desempenhado papel decisivo no crescimento da cadeia produtiva da cana-de-açúcar desde 1976.

Natural de Macaparana, em Pernambuco, e administrador de empresas, Gilvan Morais construiu uma trajetória fortalecida pela busca constante por conhecimento e inovação. Ao longo da carreira, participou de missões técnicas internacionais para conhecer novas tecnologias e aprimorar a gestão industrial, incorporando práticas modernas que contribuíram para o fortalecimento da empresa e do setor.
Além da atuação empresarial, Gilvan Morais também consolidou uma importante liderança institucional. Como presidente do Sindicato da Indústria de Fabricação do Álcool no Estado da Paraíba (Sindálcool/PB), contribuiu para o fortalecimento da representatividade do segmento sucroenergético e para o desenvolvimento de ações em parceria com a FIEPB.
Ao destacar sua trajetória, a Federação ressaltou que o legado do empresário vai além da atividade industrial, refletindo diretamente no fortalecimento da economia paraibana e na geração de oportunidades para milhares de famílias.
“Gilvan Morais representa uma liderança que fortalece a indústria da Paraíba e contribui para ampliar o papel da FIEPB no desenvolvimento econômico do nosso estado. Sua trajetória no setor sucroenergético é marcada por visão, compromisso e representatividade”.

Por: Napoleão Soares








