O pré-candidato ao Senado, André Gadelha, afirmou, nesta terça-feira (19), durante entrevista, que não pretende direcionar apoio a apenas um nome na disputa política em Sousa. Segundo ele, a amplitude do seu projeto ao Senado reúne aliados, lideranças e grupos distintos, o que impede uma definição única no cenário local.
André destacou que sua escolha para disputar a segunda vaga ao Senado pelo MDB partiu de um convite do senador Veneziano Vital do Rêgo. Para ele, a decisão colocou Sousa em posição de destaque no tabuleiro político da Paraíba.
“Vené teve um olhar cirúrgico ao me buscar lá em Sousa para essa disputa. Hoje, Sousa está no cenário estadual, disputando um campeonato de Série A. Isso engrandece a cidade”, afirmou.
O pré-candidato também comentou a aproximação com Lindolfo Pires e disse que não pode rejeitar apoios vindos de lideranças que, ao mesmo tempo, mantêm compromissos com outros nomes na política local.
“Se Lindolfo se pronuncia dizendo que pode votar comigo e pede votos a amigos, eu não posso me negar. Assim como também não posso negar apoio a quem caminha com Lafayette, Marcos Heron, doutor Ataíde ou Júnior Araújo”, declarou.
Ao ser questionado sobre a possibilidade de apoiar vários nomes simultaneamente, André reforçou que sua pré-candidatura envolve um conjunto amplo de lideranças. Ele citou ainda o presidente da Câmara Municipal de João Pessoa, Dinho Dowsley, além de João Estrela, doutor Gilberto e Roberto, destacando que cada grupo possui suas próprias alianças.
“Tem muita gente envolvida nessa disputa de Senado. Por isso, eu não posso direcionar para apenas um caminho”, concluiu.
A fala de André Gadelha revela o tamanho do desafio político em Sousa: consolidar sua pré-candidatura ao Senado sem romper pontes com lideranças locais que seguem caminhos diferentes nas disputas proporcionais.
Por: Napoleão Soares









