O ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), se posicionou nesta sexta-feira (4) a favor da manutenção da prisão preventiva do padre Egídio de Carvalho. A manifestação acompanha o voto da relatora do caso, ministra Cármen Lúcia, e ocorre no âmbito da Primeira Turma da Corte.
Atualmente em prisão domiciliar, o religioso teve a detenção inicialmente decretada pela Justiça da Paraíba, com respaldo posterior do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Cármen Lúcia justificou seu posicionamento ao afirmar que as decisões anteriores estão em conformidade com o entendimento do STF quanto à necessidade da medida para assegurar a ordem pública.
O julgamento será retomado na próxima semana e ainda aguarda os votos dos ministros Flávio Dino, Luiz Fux e Alexandre de Moraes. A expectativa é de que o desfecho ocorra até sexta-feira (11).
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