Há algo que precisa ser dito com clareza, sem rodeios e sem maquiagem retórica: os ataques recentes contra o presidente da PB Saúde e pré-candidato a deputado federal, Dr. Jhony Bezerra, não nascem de preocupação ideológica, mas de medo político.
Medo de um nome que cresce.
Medo de um projeto que não pede licença às velhas estruturas.
Medo de alguém que saiu da gestão pública com resultados concretos e transformou isso em capital político real.
O gestor que construiu autoridade antes de pedir votos
Dr. Jhony Bezerra não surgiu da política tradicional. Sua trajetória passa, antes de tudo, pela gestão da saúde pública, área onde construiu reconhecimento técnico e institucional.
À frente da Secretaria de Estado da Saúde da Paraíba e, posteriormente, como superintendente da PB Saúde, Jhony conduziu processos estratégicos de fortalecimento da rede pública, ampliação de serviços hospitalares, convocação de profissionais, regionalização da assistência e enfrentamento direto dos gargalos históricos do SUS no estado.
Não é discurso. São atos administrativos, decisões técnicas e resultados mensuráveis. Tanto que seu trabalho foi reconhecido institucionalmente com honrarias concedidas pela Assembleia Legislativa da Paraíba, algo reservado a quem efetivamente entrega serviço público de relevância.
Campina Grande: a eleição que mudou o jogo
Nas eleições de 2024, Dr. Jhony disputou a Prefeitura de Campina Grande em um dos cenários mais duros da política paraibana: enfrentando uma estrutura histórica, tradicional, enraizada e acostumada ao poder.
Chegou ao segundo turno.
Obteve quase 100 mil votos.
Conquistou mais de 42% do eleitorado.
E aqui está um dado incontestável — e convenientemente esquecido por seus críticos atuais:
Durante toda a campanha de 2024, em nenhum momento foi levantada publicamente qualquer narrativa sobre suposta votação passada em Jair Bolsonaro.
Esse tema não apareceu em debates, programas eleitorais, entrevistas ou peças de campanha.
Não foi pauta nem da imprensa local, nem dos adversários diretos.
Por quê?
Porque não era relevante.
Porque não colava.
Porque a eleição foi disputada no campo da gestão, da cidade e das propostas.
O passado que só virou “problema” quando ele cresceu
Curiosamente, essa narrativa só surge agora, fora do contexto eleitoral municipal, quando Jhony desponta como nome competitivo para deputado federal, aparecendo em levantamentos e pesquisas como um dos pré-candidatos mais lembrados no estado.
Ou seja:
– Quando disputou Campina Grande, silêncio absoluto.
– Quando passa a ameaçar projetos maiores e estruturas consolidadas, surge o ataque seletivo.
Isso tem nome: oportunismo político.
Ataques financiados e a imprensa como instrumento
Parte da imprensa paraibana — não toda, mas setores específicos — tem cumprido um papel que vai além da crítica legítima: atua como linha auxiliar de grupos políticos que não conseguem enfrentar Jhony Bezerra no campo da gestão, dos números ou da aceitação popular.
Recorrem, então, a recortes convenientes, vazamentos dirigidos e narrativas fabricadas, tentando criar incompatibilidades que nunca foram problema quando o nome de Jhony ainda não ameaçava ninguém.
Não é coincidência.
É método.
O verdadeiro incômodo
O incômodo real não é ideológico.
É estrutural.
Jhony Bezerra representa:
– Um nome sem sobrenome tradicional;
– Um projeto que nasce da gestão, não do gabinete;
– Uma liderança que dialoga com o povo, não com currais eleitorais;
– Um risco concreto para quem sempre tratou mandato como propriedade privada.
Conclusão
A tentativa de reescrever a história agora não passa de uma reação desesperada ao crescimento de um projeto político legítimo, testado nas urnas e construído no serviço público.
Se esse passado fosse realmente um problema, teria sido usado em 2024.
Não foi.
Porque não servia ao debate.
Só serve agora, como munição política.
E isso diz muito menos sobre Jhony Bezerra
e muito mais sobre quem precisa atacá-lo para continuar existindo politicamente.
Blog do Alexandre Kennedy – Pauta das 20










