O pré-candidato a vice-governador na chapa de Cícero Lucena, o jovem Diogo Cunha Lima, falou ao Blog Chico Soares, em entrevista ao jornalista Napoleão Soares, sobre a caminhada política que vem construindo pela Paraíba.
Diogo afirmou que tem buscado visitar o maior número possível de regiões do Estado, acompanhando agendas, participando de eventos juninos e ouvindo demandas da população. Segundo ele, a pré-campanha tem sido marcada por presença, escuta e diálogo direto com os municípios.
“Já visitei o Cariri, o Sertão, o Brejo e, nesse momento de São João, muitos prefeitos que nos apoiam têm nos convidado para participar dos festejos. É um momento de estar em contato com a população, ouvindo as demandas”, afirmou.
Questionado sobre os conselhos do pai, o ex-governador Cássio Cunha Lima, Diogo destacou a presença constante dele em sua vida pública e pessoal. O pré-candidato lembrou que esteve ao lado de Cássio no Parque do Povo, em Campina Grande, durante o Maior São João do Mundo, e classificou o momento como gratificante pela acolhida popular.
“Meu pai sempre esteve presente na minha vida e nesse momento também está. A gente conversa muito. Caminhar com ele e sentir a acolhida das pessoas é muito gratificante”, disse.
Sobre o desafio eleitoral de enfrentar um grupo que está há anos no poder estadual, Diogo evitou tom de confronto e preferiu destacar uma postura propositiva. Segundo ele, a chapa pretende apresentar ideias, discutir um projeto de governo e dialogar com a Paraíba com humildade, trabalho e confiança.
“Estamos fazendo nosso trabalho, com muita humildade, pé no chão e certeza de que estamos no caminho certo para apresentar esse projeto à Paraíba”, declarou.
A fala de Diogo mostra o tom que a chapa de Cícero tenta imprimir neste momento: menos grito, mais estrada; menos disputa verbal, mais presença nos municípios. Filho de uma das famílias mais conhecidas da política paraibana, Diogo busca construir sua própria marca, equilibrando juventude, herança política e discurso de renovação com experiência.
A entrevista deixou um recado claro: Diogo Cunha Lima entrou na estrada, aposta na escuta e quer transformar presença em musculatura política para 2026.
Por: Napoleão Soares










