O ex-deputado Jullys Roberto vive um novo momento na vida pública. Em entrevista ao blogchicosoares.com, ele confirmou a posse no cargo de diretor vice-presidente da Companhia Docas da Paraíba, função assumida com entusiasmo e senso de responsabilidade, após indicação do Republicanos.
Ao comentar a nomeação, Jullys fez questão de agradecer ao governador Lucas Ribeiro, ao presidente estadual do partido, Hugo Motta, e ao conjunto da legenda pela confiança depositada em seu nome. Segundo ele, a nova missão representa não apenas reconhecimento político, mas também a oportunidade de contribuir diretamente com a Paraíba em uma área estratégica para o desenvolvimento econômico do Estado.
Na fala, Jullys deixou claro que chega ao Porto de Cabedelo com o objetivo de somar à gestão e dar continuidade ao trabalho já desenvolvido na Companhia. Ao lado do presidente Ranieri, ele afirmou estar pronto para colaborar com o fortalecimento do equipamento portuário, considerado peça importante para a economia paraibana.
Mas a nova função administrativa não o afasta do tabuleiro político. Filho do deputado estadual Márcio Roberto, Jullys também falou sobre o papel que pretende desempenhar na pré-campanha de 2026. Com tom de lealdade e sintonia familiar, ele destacou que seguirá ao lado do pai, atuando nos bastidores, articulando apoios, buscando votos e percorrendo a Paraíba, especialmente no Sertão e em São Bento, principal base política do grupo.
A declaração revela um movimento claro: Jullys amplia sua presença institucional sem se desconectar da engrenagem política da família Roberto. De um lado, assume um cargo de peso na estrutura estadual; de outro, mantém viva a missão de fortalecer o projeto eleitoral de Márcio Roberto, de quem se diz, além de filho, admirador e parceiro de caminhada.
No fim das contas, Jullys tenta ocupar duas frentes ao mesmo tempo: a da gestão e a da articulação. E faz isso com um discurso que mistura gratidão, confiança partidária e disposição para continuar sendo peça importante no xadrez político do Sertão paraibano.
Por: Napoleão Soares









