Durante a cerimônia de assinatura da ordem de serviço para a reforma e construção da nova sede do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia da Paraíba (Crea-PB), realizada nesta segunda-feira (19), o secretário municipal da InovaCentro, Thiago Lucena, destacou a importância simbólica e estratégica da permanência da instituição no Centro de João Pessoa.
Representando a gestão municipal, Lucena elogiou a decisão do presidente do Crea, Renan Azevedo, de manter a sede na Avenida Dom Pedro I, reforçando o compromisso conjunto com a revitalização e valorização do centro histórico da capital paraibana.
“Vim aqui a convite do presidente Renan para prestigiar esse momento. É uma instituição que permanece no Centro e isso é extremamente relevante dentro do discurso que temos defendido: o de que as instituições permaneçam aqui e contribuam com a revitalização dessa área tão importante para a cidade”, afirmou o secretário.
Ele lembrou ainda que as três novas secretarias criadas pela Prefeitura de João Pessoa — sob a liderança do prefeito Cícero Lucena e do vice-prefeito Léo Bezerra — também funcionarão no Centro da cidade, em uma estratégia que visa fomentar o uso misto da região, integrando habitação e desenvolvimento econômico.
“Quando a gente traz habitação para cá, a gente também atrai outros serviços, como padarias, farmácias, supermercados. Isso aquece a economia local e traz vida para o centro histórico. O gesto do Crea é muito importante para esse processo que estamos iniciando com a InovaCentro”, pontuou.
Lucena também destacou o valor simbólico do endereço escolhido para a nova sede: “A Avenida Dom Pedro I é uma das mais históricas da nossa cidade. O raio do nosso centro histórico vai até a Praça da Independência, então o Crea está exatamente onde se conta a história de João Pessoa”, completou.
A presença do secretário reforçou o alinhamento entre o poder público municipal e as entidades de classe no esforço de transformar o centro da capital em um polo moderno, habitável e economicamente dinâmico, sem abrir mão de sua memória e identidade.
Por: Napoleão Soares








