A cidade de Itapororoca, no Vale do Mamanguape, viveu dois dias de celebração intensa com a tradicional Festa de Santos Reis, promovida pela Prefeitura nos dias 3 e 4 de janeiro de 2026. A programação, que atravessa gerações, mantém viva uma das manifestações culturais mais marcantes da região — tradição que remonta à década de 1950, período em que Itapororoca ainda era distrito de Mamanguape.
Na segunda noite do evento (dia 4), quem prestigiou a festa foi o prefeito de Cuité de Mamanguape, Helhinho Souza (MDB), acompanhado da esposa, a primeira-dama Ellen Vasconcellos. O casal agradeceu a recepção do prefeito Batista Torres e da primeira-dama Jéssica Lima, além do carinho do público e da organização do evento, que mais uma vez lotou o espaço e confirmou a força popular da festa.
Em entrevista ao Blog Chico Soares, Helhinho destacou o simbolismo do evento e fez questão de elogiar a condução do prefeito anfitrião:
“O colega Batista Torres está de parabéns por manter essa tradição cultural, realizando a Festa de Santos Reis. Eu e Ellen, quando estamos em Itapororoca, nos sentimos em casa, pelo acolhimento dos amigos e pela hospitalidade do povo”, afirmou.
Mas a noite não foi feita apenas de música, reencontros e tradição. Nos bastidores, a Festa de Reis também virou palco de conversas reservadas e articulações políticas. Helhinho circulou entre lideranças e manteve diálogo com o senador Efraim Filho (União Brasil), pré-candidato ao Governo da Paraíba, além do prefeito de Sapé, Major Sidnei (Republicanos), e da primeira-dama Denise Ribeiro, pré-candidata a deputada estadual.
Também marcaram presença o deputado estadual George Morais, a ex-prefeita Elissandra Brito e o vereador Rodrigo Carvalho, além de outras lideranças políticas e comunitárias.
Nos corredores do evento, a leitura era uma só: Itapororoca não sediou apenas uma festa — comandou o cenário. Como anfitrião, Batista Torres esteve no centro das atenções, reunindo tradição, prestígio e bastidores em uma mesma noite, transformando a Festa de Reis em vitrine cultural… e também em termômetro político do Vale.
Por: Napoleão Soares e Chico Soares








