Governo Bolsonaro chega a 200 dias com mudanças em ministérios

Desde o início do mandato, presidente Jair Bolsonaro já demitiu quatro ministros

Esplanada dos Ministérios. Foto: Marcello Casal Jr.

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) completa nesta quinta (18) 200 dias de governo. Em seu mandato, Bolsonaro reduziu de 29 para 22 o número de ministérios sob sua gestão. Mudanças ocorreram ainda na junção de algumas pastas, além de mudanças de nome.

Dos nomes escolhidos no início do ano, quatro já sofreram alterações. Aos 48 dias de governo, Gustavo Bebianno foi demitido do cargo de ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República. Quem assumiu a cadeira foi o general Floriano Peixoto, que deixou a pasta em junho, sendo substituído por Jorge Oliveira.

Aos 97 dias, Ricardo Vélez deixou a gestão do Ministério da Educação, deixando a posição para Abraham Weintraub. A última troca ocorreu na Secretaria de Governo: em junho, o general Santos Cruz foi demitido e substituído pelo também general Luiz Eduardo Ramos.

Incorporações e mudanças de nome

Ao superministério da Economia, por exemplo, foram incorporados o da Fazenda; do Planejamento; e o da Indústria, Comércio Exterior e Serviços — ganhando parte das funções do extinto Ministério do Trabalho. Outro superministério é o comandado pelo ex-juiz Sérgio Moro: o da Justiça passou a englobar também o da Segurança Pública e outras funções do Ministério do Trabalho.

A pasta da Cidadania, comandada por Osmar Terra, incorporou o Ministério da Cultura; do Desenvolvimento Social; do Esporte; e parte do Trabalho. Os ministérios de Cidades e Integração Nacional foram incorporados ao Ministério do Desenvolvimento Regional.

A pasta de Direitos Humanos ganhou um novo nome: da Mulher, Família e Direitos Humanos. O mesmo aconteceu com o Ministério de Transportes, Portos e Aviação Civil que passou a ser chamado de Ministério da Infraestrutura.

Diário do Poder



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