Comandar a Secretaria de Administração da Paraíba é assumir uma das missões mais sensíveis e menos “vistosas” — da gestão pública: fazer o Estado funcionar por dentro. E foi justamente com essa ideia, dita de forma direta e com tom de bastidor, que o secretário Tibério Limeira sintetizou sua atuação durante entrevista a um podcast paraibano.
Na prática, a Administração é onde a política deixa de ser promessa e vira rotina: processo, contrato, sistema, servidor, pagamento em dia, controle e equilíbrio. É ali que a engrenagem do governo gira sem barulho, mas sem ela, nada anda.
“É ali que as decisões políticas viram processo. Que o discurso vira pagamento em dia. Que a ideia vira contrato, sistema, gente trabalhando”, pontuou Tibério, destacando que o papel da pasta é garantir estrutura para que cada secretaria consiga entregar resultados à população.
Ao longo da conversa, o secretário reforçou que gestão não se sustenta em anúncio. Se sustenta em método, em diálogo permanente com os servidores, em planejamento e em responsabilidade fiscal. “Governar não é só anunciar. É fazer funcionar”, resumiu — numa frase que diz muito sobre o perfil do jovem auxiliar do governador João Azevêdo: técnico, objetivo e com leitura política do Estado.
Nos corredores do Centro Administrativo, aliados avaliam que a Secretaria avançou sob seu comando justamente por essa combinação: organização, capacidade de articulação e uma visão prática do serviço público, com respeito ao dinheiro do contribuinte e foco em eficiência.
E é esse “currículo de gestão” que Tibério leva agora para outro campo: o eleitoral. Pré-candidato a deputado estadual pelo PSB nas eleições de 2026, ele é tratado como um dos nomes mais competitivos do partido para a disputa por uma vaga na Assembleia Legislativa — com força de base, presença crescente e o discurso de quem conhece o Estado por dentro.
No fim das contas, enquanto muita gente vive de frase pronta, Tibério apostou no que pesa de verdade na vida do povo: Estado rodando, máquina ajustada e serviço acontecendo. Porque política, quando é séria, começa exatamente onde quase ninguém olha: na administração que faz tudo funcionar.
Por Chico Soares / Napoleão Soares
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