A noite desta segunda-feira foi de memória, emoção e reconhecimento ao serviço prestado pelo Hospital Napoleão Laureano e pela Fundação Napoleão Laureano à população paraibana.
Em um ambiente prestigiado por representantes da classe política, empresarial, médica e por amigos da instituição, foi realizado o lançamento do livro “75 anos da Fundação Napoleão Laureano — Vida e Memória”, de autoria do conselheiro Antônio Carneiro Arnaud, além da exibição inédita de um documentário sobre a história da Fundação.
Durante o evento, o presidente da Fundação Laureano, Marcelo Lucena, destacou o sentimento de gratidão por fazer parte de uma instituição que há décadas se tornou referência no tratamento oncológico da Paraíba.
Segundo Marcelo, registrar a história do Laureano é uma forma de preservar para as futuras gerações a trajetória de uma obra que nasceu da solidariedade e cresceu movida pela missão de cuidar de vidas.
“É um sentimento de gratidão por essa obra que faz tanto pela Paraíba. O Hospital Napoleão Laureano, com mais de 64 anos, e a Fundação Laureano, com 75 anos, precisavam desse registro histórico”, afirmou.
Marcelo fez questão de ressaltar o papel do médico e conselheiro Antônio Carneiro Arnaud, autor do livro e um dos nomes que guardam, na memória e na vivência, capítulos importantes da história do hospital. Arnaud foi o primeiro diretor do Laureano quando a unidade foi inaugurada.
O evento também apresentou um documentário de aproximadamente 40 minutos, ampliando o acesso da população à memória da instituição e mostrando a dimensão humana, social e médica de uma das obras mais importantes da saúde paraibana.
Em sua fala, Marcelo Lucena também destacou o crescimento estrutural do hospital, que, segundo ele, hoje está entre os mais modernos e equipados do país. Um dos símbolos desse avanço é a tecnologia robótica utilizada no atendimento, inclusive de pacientes do SUS.
“O orgulho é saber que o que há de mais moderno também está a serviço dos pacientes mais humildes. O Laureano é o hospital da vida”, destacou.
Outro ponto importante da entrevista foi a interiorização dos serviços. Marcelo lembrou que a unidade de Sousa já está em funcionamento, que Cajazeiras deve ser inaugurada nos próximos meses e que Serra Branca, no Cariri, também receberá uma estrutura do Laureano no início do próximo ano.
A expansão representa mais dignidade para pacientes que antes precisavam percorrer longas distâncias até João Pessoa em busca de tratamento. Para quem enfrenta uma doença grave, reduzir o sofrimento da viagem também é parte do cuidado.
Mais do que uma solenidade, o lançamento do livro e do documentário foi uma homenagem viva à história de uma instituição que atravessou décadas salvando vidas, acolhendo famílias e levando esperança a milhares de paraibanos.
O Laureano não celebrou apenas 75 anos de Fundação. Celebrou uma missão: cuidar da vida com ciência, humanidade e amor ao próximo.
Por: Napoleão Soares






