Projeto Sucata Amiga doa cestas de alimentos para pacientes portadoras de câncer da AEV em JP

Uma iniciativa solidária do diretor presidente da Concrefort, empresário Carlos Magno, para os portadores de câncer da Associação de Apoio aos Portadores de Câncer Esperança e Vida (AEV).

Empresário Carlos Magno. Foto: Napoleão Soares

O presidente da Concrefort Indústria e Comércio de Prefomardos, instalada no Distrito Industrial em João Pessoa, engenheiro Carlos Magno, disse ao blog, que criou o “Projeto Sucata Amiga”, que tem como objetivo de doar cestas de alimentos para pacientes portadores de câncer atendidos na (AEV), Associação de Apoio aos Portadores de Câncer Esperança e Vida, no bairro de Jaguaribe, em João Pessoa.

Segundo Carlos, o projeto consiste de a “Concrefort”, comercializar a venda da sobra de ferro usado na produção, que vira sucata, e com o dinheiro comprar cestas de alimentos para doar aos pacientes de câncer.

Carlos deixa seu recado a outros colegas empresários que desejam aderir a esse projeto. “Doe sua sucata. Contribua para a melhoria do meio ambiente e na qualidade de vida de um portador de câncer. Vamos ajudar”, disse.

A missão da AEV é dar assistência à saúde aos usuários portadores de câncer, que seja criança ou adulto. Para Carlos Magno, dezenas de pacientes são atendidas pela AEV. “A Concrefort abraça uma causa solidária e humana as pessoas que mais precisam”, ressaltou Carlos.

Questionado pelo blog, quantas cestas de alimentos foram doadas pelo Concrefort a AEV, {ele} preferiu não revelar, mas disse que está dentro do padrão social da empresa. Somos amigos do bem”, frisou Carlos.

Além desse projeto social com AEV, a Concrefort é parceira do desenvolvimento do município de Itapororoca, na região do Litoral Norte. A empresa fez a doação de 25 postes de concreto circular com 10 metros, para iluminação da principal avenida, entre outras doações para infraestrutura urbana da cidade. Carlos Magno recebeu recentemente da Câmara Municipal, por unanimidade dos vereadores, a honraria do título de cidadão itapororoquense.

Por: Chico Soares e Napoleão Soares



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