Celso “acusa” Ricardo de beneficiar aliados e perseguir Itapororoca

O ex-prefeito Celso Morais, diz que o Governo do Estado suspendeu convênio de ampliação da Escola Monsenhor José Coutinho, por perseguição política.

Celso Morais (DEM)

O ex-prefeito de Itapororoca, Celso Morais (DEM) acusou o governador Ricardo Coutinho (PSB), nesta quarta-feira (29), de perseguir Itapororoca. Segundo o democrata, desde 2014, quando optou em apoiar Cássio Cunha Lima, para o Governo do Estado, o chefe do executivo dificultou formalizar parcerias com o município, disse.

Celso Morais citou como exemplo a suspensão do convênio 0465/2014, da execução da obra de ampliação da E.M.E.F Monsenhor José Coutinho, que teria quatro salas de aulas com circulação e acesso principal, no valor de R$ 171.354,38. Ele afirmou que seguiu todas as orientações da Secretaria de Estado da Educação, mas não obteve êxito.

De acordo com Celso, a vereadora de oposição à prefeita Elissandra Brito (DEM), Josilda Lopes (PSB), em sua fala na sessão desta terça-feira (28) na tribuna da Câmara, faltou com a verdade, em dizer que Ricardo é parceiro do desenvolvimento de Itapororoca. “Em quase oito anos do seu governo, não construiu nenhuma obra estruturante na cidade”, pontou.

Sem papas na língua, em tom de ironia, Celso revelou ao Blog Chico Soares, que a grande obra de Ricardo em Itapororoca, é – contratos codificados e cargos em comissão indicados por Josilda Lopes e Tony Lopes, seu sobrinho e fiel escudeiro.

Segundo o chefe de Gabinete da prefeita, Batista Torres, em 18 de maio de 2015, o prefeito Celso Morais encaminhou ofício 616/2015, ao secretário de estado da Educação, professor Aléssio Trindade, solicitando a prorrogação de vigência do convênio 0465/2014, referente à escola, mas não obteve resposta do órgão. “Será perseguição ou é imaginação minha?”, frisou Torres.

Torres disse que a Prefeitura prestou contas do convênio a secretaria  da Educação, assim mesmo não foi atendida. Ele afirmou que resposta da pasta, foi que os documentos teriam sumida da secretaria. Batista garantiu que escola Monsenhor José Coutinho, será entregue nos próximos dias e construída com recursos próprios.

A vereadora ou alguém do governo que queira se pronunciar sobre o caso, o Blog dará o total direito de se defender das críticas públicas no mesmo meio em que foram publicadas.

Veja ofício solicitado pela PMI para prorrogação de vigência:

 

Por Chico Soares e Napoleão Soares

 



Comentários