Batista Torres, mais que um secretário, um amigo do povo que vai fazer muita falta

Apelidado de ‘Sivuca’, pela popular vereadora progressista, Riseuda Nunes, o dinâmico e competente Batista Torres, pegou toda sociedade Itapororoquense de surpresa, ao entregar a pasta de chefia de gabinete, função essa, que ele exercia desde a época do ex-prefeito, Celso Morais. Torres deixa o cargo para se dedicar a sua vida empresarial.

Seu codinome de ‘Sivuca’ se encaixa muito bem, pois, assim como o grande maestro, multi-instrumentista e compositor, Batista fez seu nome por onde passou e sem dúvidas nenhuma, pode sim, ser chamado de “maestro” da política na terra do abacaxi, principalmente no trato com o povo.

De família simples e de pessoas trabalhadoras, Batistinha herdou do seu pai, Zé Torres um partidário ferrenho da antiga Arena, que depois virou PFL e hoje chamamos de Democratas, o amor pela política e desde menino, mesmo que no anonimato, sempre gostava de participar. Em 2009, na primeira gestão do ex-prefeito Celso e seu melhor amigo, o jovem teve sua primeira oportunidade administrativa, exercendo o cobiçado cargo de chefe de gabinete, até então, sempre ocupado por figurões da política local.

Nos primeiros dias, o chefe do executivo da época recebeu muitas críticas pela indicação, já que quebrou tabus e colocou uma pessoa com pouca experiência, porém, o tempo mostrou que ele estava certo e Torres deixou sua marca na gestão, sendo um dos principais responsáveis pelo sucessos do governo “Cidadania Para Todos”.

Batista se reinventou, organizou e ‘deu uma nova cara’ a Secretaria, deixando-a mais atuante e aos poucos, transformou-se numa espécie de supersecretário nas gestões I e II de Celso. Os êxitos foram tão grandes, que a atual prefeita, Elissandra Brito, não pensou duas vezes e como diz o velho lobo Zagallo, time que se ganha não se mexe, mantendo Batista para participar ainda mais ativamente em sua administração.

Ao longo desses quase 8 anos na frente da Secretaria, Batista conseguiu muitos avanços e conquistou a população de Itapororoca, sendo chamado pelos mais humildes de amigo do povo. Querido e respeitado até mesmo pelos adversários, ‘Mais é Claro’ (outro apelido carinhoso de Batista) vai fazer muita falta, sobretudo pelo seu poder de articulação, mas como tudo na vida tem início, meio e fim, Batista chegou a seu ápice também na vida empresarial, voando mais alto do que até ele mesmo esperava e precisou sair para cuidar do que é seu.

Por: Napoleão Soares

 



Comentários